Kaio Márcio vê erro de estratégia em revezamentos e não crê em pressão





O Mundial não foi dos melhores em termos de finais e, individualmente, também acredito que não foi bom para mim, lamentou Kaio Márcio. Foto: Ricardo Matsukawa/Terra

Sem conquistas expressivas no Mundial de Esportes Aquáticos, que terminou no último domingo, em Xangai, o nadador Kaio Márcio desembarcou nesta terça-feira no Aeroporto de Guarulhos - junto dos demais companheiros de Seleção Brasileira -, e reconheceu que seu resultados não foram dos melhores.

"O Mundial não foi dos melhores em termos de finais e, individualmente, também acredito que não foi bom para mim. Não acho que nadei bem nas competições deste ano que tive até aqui", afirmou Kaio Márcio.

Para o nadador, números e marcas mudaram muito pouco. Um dos pesos para o pequeno número de finais para brasileiros, segundo Kaio, pode ser a rigidez da Confederação Brasileira de Desportos Aquáticos (CBDA) na hora da escolha dos índices dos nadadores que rumaram à Xangai.

"A CBDA optou por dar uma 'enxugada' no número de atletas, priorizou a qualidade e a execelência, apertou no índice e deixou a quantidade de lado", disse o nadador.

Kaio é sempre uma das esperanças brasileiras de medalhas, e, mesmo sem ter voltado com bons resultados, o nadador não acredita estar pressionado. Nem no revezamentos, modadalidades em que ele costuma fazer parte das equipes brasileiras.

"Não existe maior pressão que o dia a dia. A maior pressão que tenho é a minha mesmo. Nos revezamentos, acredito que optamos pela estratégia errada. Forçamos nas eliminatórias, as outras equipes chegaram fortes, e acabamos ficando de fora das finais", afirmou.



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